Embora tudo pareça indicar que já haja nomes, à hora em que escrevo ainda não sabemos o que terá resultado do jantar entre os chefes de Estado e de Governo onde se decidirá (ou decidiu) quem irá liderar a Comissão Europeia (CE), o Conselho Europeu, o Parlamento Europeu (PE) e a diplomacia da União. Seja quem forem as pessoas que irão assumir os destinos das instituições da UE, não terão uma vida fácil pela frente.
Se os resultados das eleições para o PE foram recebidos com prudentes suspiros de alívio pelas pessoas que apoiam e promovem o processo de integração da Europa, não podemos ignorar que há oitovgovernos na UE compostos ou apoiados por partidos de extrema-direita. E é aqui que as coisas podem tornar-se mais complicadas, porque as eleições para o PE foram apenas o início da renovação dos mandatos das várias instituições da UE, seguindo-se agora a indicação de uma nova Comissão e o nome de quem irá presidir ao Conselho Europeu, onde os governos têm assento.
Nota: Pode ler este conteúdo na íntegra na edição impressa do Diário de Notícias de 18 de junho de 2024.