As atenções estão hoje, compreensivelmente, centradas no desfecho da disputa eleitoral nos EUA – seguida no resto do mundo, e em especial na velha Europa, como uma espécie de novela que suscita fascínio, emoções e até paixões intensas entre quem não tem o direito de nelas votar. E é precisamente por essas paixões intensas frequentemente toldarem a racionalidade até de pessoas inteligentes e habitualmente ponderadas que vale a pena, neste dia, salientar o que não muda com as eleições nos EUA, independentemente do seu desfecho.
Nota: Pode ler este conteúdo na íntegra na edição impressa do jornal Observador.