Quando se começou a falar na possibilidade da candidatura presidencial do Almirante Gouveia e Melo fui bastante céptico: achava que ter gerido de forma competente e eficaz uma campanha de vacinação em tempo de pandemia era certamente demonstrativo de capacidade de liderança e organização logistica mas também que fazer bem o seu trabalho mesmo que um trabalho exigente seria qualificativo insuficiente para a Presidência da República. Mais ainda quando o protagonista tem falta de experiência política e quando o seu pensamento sobre a política e sobre o país é pouco conhecido.
Mais recentemente, vi com alguma surpresa vários amigos de inclinação liberal e/ou conservadora alinharem-se com a candidatura do Almirante incluíndo um, que muito estimo, e está em posição pública de destaque como um dos sete fundadores no movimento Honrar Portugal Rodrigo Adão da Fonseca também ele colunista do Observador.
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 26 de março de 2025.